
Gosto de fotografias...
Esse pedaço de papel... mate ou brilhante, colossal ou "tipo passe", emoldurado, colado, esquecido na gaveta ou guardado junto ao coração, cuidado, estimado, coçado, traçado, ratado pelo uso, pelas aventuras das mudanças... ou simplesmente embelezado pelo desgaste do tempo.
Esse pedaço de papel... que encerra em si fracções de momentos que se entemporalizam para lá do passar dos dias, dos meses, dos anos, das vidas.
Esse pedaço de papel... é muito mais que uma "fotografia".
Sob o ponto de vista psicológico, é um instrumento privilegiado do (re)viver e sentir. É a cópia organizadora do nosso mundo interno e dos que nele habitam. É o elo que une as diferentes gerações em torno de uma matriz comum aos seus elementos: a identidade familiar.
Por estes motivos faz sentido usá-la em terapia...
Esse pedaço de papel... mate ou brilhante, colossal ou "tipo passe", emoldurado, colado, esquecido na gaveta ou guardado junto ao coração, cuidado, estimado, coçado, traçado, ratado pelo uso, pelas aventuras das mudanças... ou simplesmente embelezado pelo desgaste do tempo.
Esse pedaço de papel... que encerra em si fracções de momentos que se entemporalizam para lá do passar dos dias, dos meses, dos anos, das vidas.
Esse pedaço de papel... é muito mais que uma "fotografia".
Sob o ponto de vista psicológico, é um instrumento privilegiado do (re)viver e sentir. É a cópia organizadora do nosso mundo interno e dos que nele habitam. É o elo que une as diferentes gerações em torno de uma matriz comum aos seus elementos: a identidade familiar.
Por estes motivos faz sentido usá-la em terapia...